Hospital Ipiranga realiza Encontros Científicos para auxiliar equipe médica e comunidade

O Hospital Ipiranga realiza constantemente Encontros Científicos com o objetivo de discutir temas relevantes ao Corpo Clínico e ao time de Enfermagem, que podem ajudar a população em atendimento médico otimizado e formas de tratamento eficazes, sempre reforçando procedimentos e apontando melhorias.

“É feito mensalmente um encontro, dependendo da demanda, e trazemos a tona problemas sazonais que estejam ocorrendo, como surtos de doenças. Normalmente trazemos convidados especiais e aproveitamos para encaixar essas doenças nos assuntos para ajudar o corpo clínico de diferentes formas”, explicou o Dr. Wagner Santos, infectologista e Coordenador do SCIH do Hospital Ipiranga.

No último dia 12 de abril, por exemplo, o Dr. Wagner Santos palestrou a respeito do surto de H1N1 que estava em evidência. “Falar sobre isso é muito importante para todos. Precisamos reforçar os cuidados com grupos de risco, como idosos, crianças abaixo de 2 anos, pacientes imunodeprimidos, etc. E também falamos e revisamos o fluxo de medicamentos específicos do diagnóstico para comprovação”, relatou.

De acordo com o especialista, o principal objetivo desses encontros é treinar os médicos para o atendimento e prescrição, treinar a equipe assistencial em relação a triagem, repensar e reforçar os diagnósticos, medidas de proteção aos pacientes e funcionários do pronto socorro, e outras tantas outras medidas que podem fazer a diferença. “No caso do H1N1, reforçar muito a questão de diagnóstico ao vírus Influenza. Saber sobre o menor tempo possível em contato com outros, distribuir máscaras de proteção, relembrar os protocolos de atendimento aos profissionais, condutas de prevenção para evitar alastre dentro da instituição e procurar o tratamento mais adequado possível, para poder atender de forma adequada”, reforçou.

A importância de trazer esse assunto para o corpo clínico e de enfermagem é muito grande, pois quanto maior o número de informações e recomendações que permitem uma discussão sobre as doenças, melhores são os diagnósticos e mais velozes são as recuperações. “Então, com a reprodução dessas informações sendo passadas adiante, relembrando os profissionais sobre procedimentos e coisas do tipo, acaba fazendo que eles possam orientar a população de maneira mais adequada, que, por sua vez, vão disseminar em comunidade o que aprenderam. É uma onda positiva, um ciclo que se multiplica”, concluiu o Dr. Wagner.